sexta-feira, 27 de abril de 2012
Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam.
Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro? E não temos esta coisa completa. Às vezes ele é fiel, mas não é bom de cama. Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel. Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador. Às vezes ela é malhada, mas não é sensível. Tudo, nós não temos. Perceba qual o aspecto que é mais importante e invista nele.
Pele é um bicho traiçoeiro. Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia. E as vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona.
O beijo é importante. E se o beijo bate,se joga. Se não bate, "mais um Martini, por favor", e vá dar uma volta. Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra. O outro tem o direito de não te querer. Não lute, não ligue, não dê pití. Se a pessoa tá com dúvida, problema dela, cabe a você esperar ou não. Existe gente que precisa da ausência para querer a presença. O ser humano não é absoluto. Ele titubeia, tem dúvidas e medos, mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta. Nada de drama! Que graça tem alguém do seu lado sob chantagem, gravidez, dinheiro, recessão de família? O legal é alguém que está com você por você. E vice versa. Não fique com alguém por dó também. Ou por medo da solidão. Nascemos sós. Morremos sós. Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado. E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento. Tem gente que pula de um romance para o outro. Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia? Gostar dói! Você muitas vezes vai ter raiva, ciúmes, ódio, frustração. Faz parte. Você namora um outro ser, um outro mundo e um outro universo. E nem sempre as coisas saem como você quer. A pior coisa é gente que tem medo de se envolver. Se não quer se envolver,namore uma planta. É mais previsível.
Na vida e no amor, não temos garantias. Nem todo sexo bom é para namorar. Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar. Nem todo beijo é para romancear, se apaixonar, ou se culpar ...
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Porque existem pessoas que se acham?
As pessoas que se acham não conseguem rir de si mesmas, só sabem rir dos outros, que são sempre feios e menos interessantes que ela.
Falam que nunca levaram um fora, nunca passaram ridículo na vida, conseguem tudo o quer e sempre tem um certo arzinho condescendente em relação aos outros, meros mortais.
Parece que nunca sofreram na vida, nunca levaram porrada, nunca nada.
E tudo isso só parece, viu?! Vivem a dar conselhos e "dicas" aos outros sendo que estes mesmo conselhos se encaixam perfeitamente em suas próprias vidinhas vazias.
Detesto pessoas que se acham, porque pessoas que se acham geralmente são burras, fúteis e desinteressantes, são tão autocentradas e amam ditar regras.
A pessoa que se acha não é aquela que chega e fala: sou bom à beça nisso. Escrevo hiper bem, cozinho muito, sou boa nisso ou aquilo, sei lá. Isso eu acho bacana, a gente tem mais é que assumir nossas qualidades sem culpa e sem medo, e anunciá-las e falar do que gostamos e do que não gostamos, e não perder tempo com gente desinteressante ou burra. Mas não perder tempo no mundo, construir o próprio caminho e saber das suas qualidades não é se transformar em pessoas que se acham e achar todo mundo um lixo.
Porque ninguém, mas ninguém mesmo, é a última bolacha do pacote, a última coca-cola no deserto, ou ( essa eu adoro! ) o i do Mississipi. E qualquer pessoa inteligente e sensível sabe disso. E por isso pode rir de si própria, e por isso pode ser feliz. Já pensou, quanta responsabilidade e preocupação, ser sempre o máximo do máximo do máximo?
As pessoas que se acham são as mais perdidas em seus falsos conceitos de superioridade e de orgulho, e de tanto se acharem as melhores, acabam perdidas no labirinto da própria arrogância, sempre vazia e carente de qualquer sentido
Quanto mais analiso esse tipo de comportamento, mais vejo que o que realmente me interessa nessa vida é a perfeição imperfeita, as taras, os fetiches, as obsessões assumidas, o riso, as tentativas às vezes em vão e os tombos. A pessoa que se acha pode ficar lá, no Olimpo dos que se acham, desinteressante, chata e tediosa, que eu fico por aqui, me divertindo, aprendendo, e cheia de interesse pelo mundo e pelas outras "gentes", que podem ser "gentes", sem precisar ser deusas o tempo inteiro.
Falam que nunca levaram um fora, nunca passaram ridículo na vida, conseguem tudo o quer e sempre tem um certo arzinho condescendente em relação aos outros, meros mortais.
Parece que nunca sofreram na vida, nunca levaram porrada, nunca nada.
E tudo isso só parece, viu?! Vivem a dar conselhos e "dicas" aos outros sendo que estes mesmo conselhos se encaixam perfeitamente em suas próprias vidinhas vazias.
Detesto pessoas que se acham, porque pessoas que se acham geralmente são burras, fúteis e desinteressantes, são tão autocentradas e amam ditar regras.
A pessoa que se acha não é aquela que chega e fala: sou bom à beça nisso. Escrevo hiper bem, cozinho muito, sou boa nisso ou aquilo, sei lá. Isso eu acho bacana, a gente tem mais é que assumir nossas qualidades sem culpa e sem medo, e anunciá-las e falar do que gostamos e do que não gostamos, e não perder tempo com gente desinteressante ou burra. Mas não perder tempo no mundo, construir o próprio caminho e saber das suas qualidades não é se transformar em pessoas que se acham e achar todo mundo um lixo.
Porque ninguém, mas ninguém mesmo, é a última bolacha do pacote, a última coca-cola no deserto, ou ( essa eu adoro! ) o i do Mississipi. E qualquer pessoa inteligente e sensível sabe disso. E por isso pode rir de si própria, e por isso pode ser feliz. Já pensou, quanta responsabilidade e preocupação, ser sempre o máximo do máximo do máximo?
As pessoas que se acham são as mais perdidas em seus falsos conceitos de superioridade e de orgulho, e de tanto se acharem as melhores, acabam perdidas no labirinto da própria arrogância, sempre vazia e carente de qualquer sentido
Quanto mais analiso esse tipo de comportamento, mais vejo que o que realmente me interessa nessa vida é a perfeição imperfeita, as taras, os fetiches, as obsessões assumidas, o riso, as tentativas às vezes em vão e os tombos. A pessoa que se acha pode ficar lá, no Olimpo dos que se acham, desinteressante, chata e tediosa, que eu fico por aqui, me divertindo, aprendendo, e cheia de interesse pelo mundo e pelas outras "gentes", que podem ser "gentes", sem precisar ser deusas o tempo inteiro.
sábado, 25 de fevereiro de 2012
Ser alguém especial para ter alguém especial
Quantas vezes não nos sentimos numa solidão imensa, uma grande vontade de ter alguém do nosso lado, alguém que compartilhe cada momento do nosso dia, alguém para dividir as alegrias, as conquistas, os sucessos, os desalentos e fracassos.
Porém muitas vezes nos esquecemos que durante essa busca temos que ser alguém curado, que aprendeu com a vida, que aja de forma madura, para então ter alguém de fato e nunca transferir para o outro nossos problemas internos.
O amor exige um imenso trabalho conosco mesmo e, por incrível que pareça, é também uma luta contra o nosso eu pessoal.
A plenitude de um amor saudável é a fusão de duas vidas em uma única direção, numa coligação de desejos, sentimentos e de destino.
Uma das coisas mais importantes quando amamos alguém é desenvolver a compreensão. Esta compreensão é adquirida pela observação constante com o coração aberto; nesse momento não há espaço para críticas.
Os relacionamentos começam dentro de nossa mente, então, o que dizer de alguém que possui pensamentos do tipo: "todo homem não presta"?
Porém muitas vezes nos esquecemos que durante essa busca temos que ser alguém curado, que aprendeu com a vida, que aja de forma madura, para então ter alguém de fato e nunca transferir para o outro nossos problemas internos.
O amor exige um imenso trabalho conosco mesmo e, por incrível que pareça, é também uma luta contra o nosso eu pessoal.
A plenitude de um amor saudável é a fusão de duas vidas em uma única direção, numa coligação de desejos, sentimentos e de destino.
Uma das coisas mais importantes quando amamos alguém é desenvolver a compreensão. Esta compreensão é adquirida pela observação constante com o coração aberto; nesse momento não há espaço para críticas.
Os relacionamentos começam dentro de nossa mente, então, o que dizer de alguém que possui pensamentos do tipo: "todo homem não presta"?
Por sintonia energética, ela encontrará homens que condizem com o que foi projetado. Se a pessoa que está predisposta a amar novamente não se curar de experiênicas dolorosas vividas, ela viverá novamente uma energia semelhante, por isso que o amor começa dentro de você! A expressão de sua totalidade é um dos fundamentos do amor. Amar não é se anular para fazer o outro feliz.
Muitas vezes não deixamos que nossos relacionamentos deem certo, por causa dessa experiências ruins vividas e pensamos que ela vai se repetir.
Falo isso de coração aberto, e ainda estou tentando aprender e agir dessa forma...
É o meu desejo...
sábado, 28 de janeiro de 2012
Ultimamente tenho constatado algumas características minhas que reforçam minha teoria:
Serei uma velha ranzinza, chata, que morará em uma residencia em algum suburbio pelo mundo, sentado na varanda com uma espingarda na mão e afugentando crianças que quando estas estiverem jogando futebol e “acidentalmente” deixarem a bola cair no meu quintal, elas teram medo de entrar ou de me pedir a bola, pois este será um quintal assombrado por um cão raivoso.
Os Motivos que me fizeram perceber isso se encontram na série “Eu Odeio” abaixo:
- Odeio Barulho (Sinceramente não compreendo como o mundo consegue conviver com tanto barulho e ninguém se incomodar com isso);
- Odeio Som Alto (Variante do primeiro tópico, independente da música que esteja tocando, sinto-me ofendido quando tem alguém escutando alguma música a nível ensurdecedor ou que invadam o meu campo auditivo de forma nauseante, se estamos em uma festa ou celebrando algo, nada mais conveniente, mas se estamos estudando, lendo ou simplesmente cuidando da vida alheia nas mídias sociais por que não utilizar um maldito fone de ouvido?);
- Odeio Pessoas que Falam Alto (Não sou surda. A menos que a pessoa esteja em uma passeata ou discursando, fale como um ser humano que eu compreendo);
- Odeio Pessoas que Gostam de se Exibir (É preciso falar alto com as pessoas no telefone, skype ou similares? É preciso ficar falando de forma incessante e repetitiva o quão “bão” voce é? );
- Odeio Pessoas que Conversam no Cinema (Sério mesmo? precisa mesmo conversar durante o filme? E algo tão urgente que voce tem que incomodar a todos na sala? Precisa comentar o filme? Não consegue se conter e esperar os fatos relevantes ao filme se resolverem e as luzes acenderem para debater?);
- Odeio Celulares no Cinema (Variante do tópico anterior, se a chamada é urgente, levante-se e retire-se da sala, ninguém está interessado em saber o que ocorre na sua familia ou no seu trabalho);
- Odeio Pessoas que Ruminam (Se há algo nojento que odeio são pessoas que ruminam e ficam mastigando o vento ou fazendo o mesmo som quando comem chicletes);
- Odeio Pessoas Falsas (Simples assim. Odeio pessoas que se fazem passar por legais mas no fundo são mesquinhas, gananciosas e dissimuladas);
- Odeio Discriminação ( respeito todos independente de seu credo, cor, opinião, opção sexual.)
- Odeio Quando as Pessoas não são Simples (Tem gente que gosta de dificultar a vida, e o pior a vida dos outros. Se fosse apenas dificultar a sua própria vida, mas não, tem sempre que levar os outros de arrasto);
- (Não Odeio mas Não entendo) Pessoas que Não Conseguem Conviver Sozinhas (por que algumas pessoas não conseguem fazer NADA sozinhas e ficam sempre na dependencia dos outros? Falta de vontade própria? Medo da solidão?)
- Odeio Pessoas sem Idéias e que Não Planejam Nada (Olha só, eu pesquiso, procuro, observo e então tomo nota. Traço no mapa o que fazer, como fazer e aonde fazer. Por que você não pode fazer o mesmo?)
- Odeio Pessoas que Mexem nas Minhas Coisas ( organizo as minhas coisas da minha maneira, para saiber aonde está. Então por que você tem que mexer sem me questionar antes?)
Me faltam idéias sobre o que mais que eu odeio. Mas acho que o bruto da essência está exposto. Caso eu lembre de alguma coisa a mais eu faço um “Eu Odeio Parte 2“.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Posso confiar meus sentimentos a você?
Posso entregar meu coração com toda confiança de que não irá partí-lo?
Conseguirei lhe entregar minha paz e dividir meu amor?
Não há prazer maior que saber que posso apoiar minha cabeça sobre o seu ombro e descançar...
De relaxar em seus braços e dizer o quanto aquele momento é especial pra mim!
Você é meu, só meu, todo meu?
Não há palavras que descreve o silêncio em sua presença!
O risco de me arrepender não fará diferença...
Tenho que correr riscos pra saber que o que estou fazendo é a melhor maneira de sentir o amor!
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Sou assim
Um pássaro que não quer se aprisionado.
Assim é minha alma que repousa aonde encontra alento e amor.
Mas que precisa estar livre para voar se assim desejar.
Sou fiel aos meus sentimentos e não aceito que me prove.
Quando amo, sinto a intensidade do amor percorrer cada célula do meu corpo.
minha alma que de tão transparente e tão lúcida suscita de paixão...
sou menina...
sou mulher...
danço para esquecer as marcas em meu coração.
Se rodopio entre véus e moedas esqueço a ingratidão deste mundo
e me entrego a magia que encanta minha alma e repousa meu espírito
quero tão pouco desta vida...
quero uma fogueira para dançar em volta....
lençóis macios para amar
quero a lua e as estrelas como testemunhas do meu amor.
quero a brisa da madrugada e nada mais encobrindo o meu corpo que dança
e quando os primeiros raios de sol nascerem...
Assim é minha alma que repousa aonde encontra alento e amor.
Mas que precisa estar livre para voar se assim desejar.
Sou fiel aos meus sentimentos e não aceito que me prove.
Quando amo, sinto a intensidade do amor percorrer cada célula do meu corpo.
minha alma que de tão transparente e tão lúcida suscita de paixão...
sou menina...
sou mulher...
danço para esquecer as marcas em meu coração.
Se rodopio entre véus e moedas esqueço a ingratidão deste mundo
e me entrego a magia que encanta minha alma e repousa meu espírito
quero tão pouco desta vida...
quero uma fogueira para dançar em volta....
lençóis macios para amar
quero a lua e as estrelas como testemunhas do meu amor.
quero a brisa da madrugada e nada mais encobrindo o meu corpo que dança
e quando os primeiros raios de sol nascerem...
... lanço a sorte a todos e como recompensa recebo-a de volta...
assim é meu jeito...
Tenho meus segredos de mulher...
assim é meu jeito...
Tenho meus segredos de mulher...
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
I hate
Eu odeio ter que ficar longe de você;
eu odeio quando estão perto de você;
eu odeio quando estamos juntos e ao mesmo tempo estamos longe;
eu odeio ter que te deixar;
eu odeio quando você me faz chorar;
eu odeio quando você não me ouve;
eu odeio quando você não me entende;
eu odeio quando você me magoa e me faz sofrer;
eu odeio o modo como você sabe se expressar e odeio mais ainda quando me deixa a pensar;
eu odeio ser tão fraca;
eu odeio ser tão boba;
eu me odeio por acreditar tanto em você;
eu odeio sentir tanto a sua falta;
eu odeio não ter o que dizer quando erro;
eu odeio quando digo que está tudo bem, mesmo não estando e odeio quando você me faz sonhar;
eu odeio não participar mais da sua vida;
eu odeio muitas vezes ter que me manter afastada de você;
eu odeio precisar e desejar tanto você;
eu odeio quando você está certo;
eu odeio dias como esse e odeio mais ainda o fato de você estar longe;
eu odeio sentir ciúmes;
eu odeio admitir;
eu odeio o modo como você me faz te amar;
eu me odeio por tanto te amar e odeio mais ainda a vontade louca que eu tenho de você;
eu odeio quando eu não percebo, não noto e não ligo pra várias coisas;
eu odeio não conseguir te odiar e odeio também por esse amor ser tão profundo;
e eu odeio mais ainda o modo que você toma conta dos meus pensamentos...
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Reflexões de uma mente cansada
Com uma vontade vacilante e o ânimo esgotado,
me sinto cansada e resolvo me sentar na arquibancada da vida a fim de recobrar minhas forças.
Lá de cima, observando nossa corrida de cada dia, deixo minha mente se aventurar em devaneios vãos.
Nascemos em uma corrida que é eterna, dura enquanto existir fôlego de vida em nosso ser.
Vamos bem devagarzinho no princípio, como que experimentando cada sensação dessa pista.
O cronômetro nunca pára, e nós também não.
Acompanhando a multidão, crescemos levados a correr de acordo com os que já corriam antes de nós e, certas vezes, forçados a pisar por caminhos que não queríamos ir, mesmo, aparentemente, tendo escolhido trilhar por eles.
Momentos se transformam em segundos, que dão lugares há horas e, quando vemos, já estamos há anos demais no caminho errado.
Tantos passos na jornada errada nos fazem querer voltar e tentar seguir por outro caminho.
Uma parte de nós morre com o arrependimento, outra tenta ter esperança nos passos seguintes, considerando se não faltarão tão poucos passos mais que levem de volta ao caminho principal de nossas vidas. Mesmo divididos, somos forçados a continuar.
Lembrando das últimas voltas de minha corrida, percebo que corri um tanto quanto descompassado dos demais corredores a minha volta, pisando no contratempo da multidão.
Interesses divergentes, comentários fora de hora, brincadeiras não entendidas…
Mas sempre correndo, se bem que, nas últimas voltas, tive forças apenas para caminhar. Precisava de um ritmo meu, passadas firmes e do tamanho de minhas pernas. Tudo que consegui foi andar. Andei na esperança de ficar para trás, de me desvencilhar da multidão. Foi inútil.
Olhando aqui de cima, vejo que vida se repete assim como relógio dá voltas. Muitos dizem que o tempo é cruel, não volta atrás, e no entanto ele se repete; girando sobre si próprio, marca 12 sempre duas vezes ao dia. Não importa por qual caminho vamos, a multidão estará lá, correndo a passos apressados. Cedo ou tarde, desejaremos voltar atrás e por fim acabaremos trilhando a inevitável jornada à frente. Sempre!
Tantos passos adiante tornam desejoso um outro caminho, mesmo que não seja o nosso. Um livro nos leva durante dias para outra jornada. Um filme, algumas horas. Uma música, por alguns minutos. Corremos assim no caminho de outras pessoas. Rimos, choramos, torcemos,mas no final sabemos que era puro entretenimento e, querendo ou não, voltamos para a nossa própria jornada.
A tristeza se torna inevitável. Às vezes dura até um chocolate, ou a conversa com um amigo, uma boa noite de sono, talvez, ou encontrar uma nova paixão.
Mas há tristeza de 100 metros. É como barreiras que temos de passar por cima, pulando alto para nem triscar. Porém, quanto mais esvaído é o ânimo, mais baixo são os pulos. E quando menos queremos, estamos no chão. Uma topada seca.
Com vista empoeirada, pensamentos a mil, memória desorganizada, tentamos entender o que aconteceu durante os últimos passos. O desgaste embota a sensação da queda. Às vezes, levamos muitas voltas do relógio para sozinhos percebermos onde estamos. Outras vezes, só reconhecemos que repousamos no chão por ver estendidas em nossa direção algumas poucas mãos dispostas a nos ajudar.
Sem dúvida é pelo amor dessas que, mesmo em meio ao cansaço, levantamo-nos uma vez mais.
Há um sentimento de débito para com essas mãos que sempre nos apóiam. Almejamos correr e realizar conquistas, nem sempre para nós, mas para elas. Porém, a verdade é que se queremos permanecer de pé, temos de fazê-lo por vontade própria…
De pé outra vez, nos esforçamo para não cairmos novamente. Mas vamos sim cair de novo. Olhando aqui de cima, a vida me parece simples. Uma pista, vários caminhos. Sempre uma escolha e o caminho não tomado parece melhor. Tudo o que há já houve e haverá novamente. Corremos apressados, só que atrás de vaidades, como se correndo atrás do vento. Desejamos tudo de bom, tudo mesmo.
E se algo ruim acontece, é como se fosse o fim. Caímos, e levantamos, e corremos outra vez…
Com esses meus passos incertos, embora sempre contínuos, espero ainda pisar com segurança suficiente para tornar minhas as palavras do sábio Robert Frost:
“Direi isto suspirando em algum lugar, daqui a muito e muito tempo: dois caminhos se separaram e eu… eu escolhi o menos percorrido e isso fez toda a diferença.”
me sinto cansada e resolvo me sentar na arquibancada da vida a fim de recobrar minhas forças.
Lá de cima, observando nossa corrida de cada dia, deixo minha mente se aventurar em devaneios vãos.
Nascemos em uma corrida que é eterna, dura enquanto existir fôlego de vida em nosso ser.
Vamos bem devagarzinho no princípio, como que experimentando cada sensação dessa pista.
O cronômetro nunca pára, e nós também não.
Acompanhando a multidão, crescemos levados a correr de acordo com os que já corriam antes de nós e, certas vezes, forçados a pisar por caminhos que não queríamos ir, mesmo, aparentemente, tendo escolhido trilhar por eles.
Momentos se transformam em segundos, que dão lugares há horas e, quando vemos, já estamos há anos demais no caminho errado.
Tantos passos na jornada errada nos fazem querer voltar e tentar seguir por outro caminho.
Uma parte de nós morre com o arrependimento, outra tenta ter esperança nos passos seguintes, considerando se não faltarão tão poucos passos mais que levem de volta ao caminho principal de nossas vidas. Mesmo divididos, somos forçados a continuar.
Lembrando das últimas voltas de minha corrida, percebo que corri um tanto quanto descompassado dos demais corredores a minha volta, pisando no contratempo da multidão.
Interesses divergentes, comentários fora de hora, brincadeiras não entendidas…
Mas sempre correndo, se bem que, nas últimas voltas, tive forças apenas para caminhar. Precisava de um ritmo meu, passadas firmes e do tamanho de minhas pernas. Tudo que consegui foi andar. Andei na esperança de ficar para trás, de me desvencilhar da multidão. Foi inútil.
Olhando aqui de cima, vejo que vida se repete assim como relógio dá voltas. Muitos dizem que o tempo é cruel, não volta atrás, e no entanto ele se repete; girando sobre si próprio, marca 12 sempre duas vezes ao dia. Não importa por qual caminho vamos, a multidão estará lá, correndo a passos apressados. Cedo ou tarde, desejaremos voltar atrás e por fim acabaremos trilhando a inevitável jornada à frente. Sempre!
Tantos passos adiante tornam desejoso um outro caminho, mesmo que não seja o nosso. Um livro nos leva durante dias para outra jornada. Um filme, algumas horas. Uma música, por alguns minutos. Corremos assim no caminho de outras pessoas. Rimos, choramos, torcemos,mas no final sabemos que era puro entretenimento e, querendo ou não, voltamos para a nossa própria jornada.
A tristeza se torna inevitável. Às vezes dura até um chocolate, ou a conversa com um amigo, uma boa noite de sono, talvez, ou encontrar uma nova paixão.
Mas há tristeza de 100 metros. É como barreiras que temos de passar por cima, pulando alto para nem triscar. Porém, quanto mais esvaído é o ânimo, mais baixo são os pulos. E quando menos queremos, estamos no chão. Uma topada seca.
Com vista empoeirada, pensamentos a mil, memória desorganizada, tentamos entender o que aconteceu durante os últimos passos. O desgaste embota a sensação da queda. Às vezes, levamos muitas voltas do relógio para sozinhos percebermos onde estamos. Outras vezes, só reconhecemos que repousamos no chão por ver estendidas em nossa direção algumas poucas mãos dispostas a nos ajudar.
Sem dúvida é pelo amor dessas que, mesmo em meio ao cansaço, levantamo-nos uma vez mais.
Há um sentimento de débito para com essas mãos que sempre nos apóiam. Almejamos correr e realizar conquistas, nem sempre para nós, mas para elas. Porém, a verdade é que se queremos permanecer de pé, temos de fazê-lo por vontade própria…
De pé outra vez, nos esforçamo para não cairmos novamente. Mas vamos sim cair de novo. Olhando aqui de cima, a vida me parece simples. Uma pista, vários caminhos. Sempre uma escolha e o caminho não tomado parece melhor. Tudo o que há já houve e haverá novamente. Corremos apressados, só que atrás de vaidades, como se correndo atrás do vento. Desejamos tudo de bom, tudo mesmo.
E se algo ruim acontece, é como se fosse o fim. Caímos, e levantamos, e corremos outra vez…
Com esses meus passos incertos, embora sempre contínuos, espero ainda pisar com segurança suficiente para tornar minhas as palavras do sábio Robert Frost:
“Direi isto suspirando em algum lugar, daqui a muito e muito tempo: dois caminhos se separaram e eu… eu escolhi o menos percorrido e isso fez toda a diferença.”
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Amor inocente, amor ardente!
Vive em mim um amor inocente e ao mesmo tempo ardente...
Que nasceu de um olhar e cresceu com um beijo
Amor que acalma a alma , que alivia qualquer dor
Amor que desperta sonhos
Que cavalga em plena madrugada em busca de acalanto.
Tranquilo, cheio de encantos.
Um sentimento abstrato
Desprendido, incondicional.
Eu sem ti seria como uma rosa que aos poucos perde suas pétalas
E não pode curvar-se para apanha-las.
Abençoado seja esse amor que nos une
Mesmo não o tendo comigo totalmente,
Terei sempre o melhor de ti
E vc de mim...
Mesmo com tantos problemas a nossa volta....
com AMOR, só com AMOR, vale a pena viver em qualquer circunstância, em qualquer momento, em qualquer dificuldade.
E é com esse espírito e com esse desejo que amanheço e vivo a grandeza de mais um dia, do nosso momento....
As vezes me comporto como uma criança, mesmo já crescida, cheia de boas e de más experiências, de vivências que me ajudam a prosseguir...
Mas lá no fundo vc sabe que o nosso amor faz bem ao coração e aprimora o sentimento de uma mulher madura...
Porque este sim, fica e perdura para sempre !
Que nasceu de um olhar e cresceu com um beijo
Amor que acalma a alma , que alivia qualquer dor
Amor que desperta sonhos
Que cavalga em plena madrugada em busca de acalanto.
Tranquilo, cheio de encantos.
Um sentimento abstrato
Desprendido, incondicional.
Eu sem ti seria como uma rosa que aos poucos perde suas pétalas
E não pode curvar-se para apanha-las.
Abençoado seja esse amor que nos une
Mesmo não o tendo comigo totalmente,
Terei sempre o melhor de ti
E vc de mim...
Mesmo com tantos problemas a nossa volta....
com AMOR, só com AMOR, vale a pena viver em qualquer circunstância, em qualquer momento, em qualquer dificuldade.
E é com esse espírito e com esse desejo que amanheço e vivo a grandeza de mais um dia, do nosso momento....
As vezes me comporto como uma criança, mesmo já crescida, cheia de boas e de más experiências, de vivências que me ajudam a prosseguir...
Mas lá no fundo vc sabe que o nosso amor faz bem ao coração e aprimora o sentimento de uma mulher madura...
Porque este sim, fica e perdura para sempre !
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Falar de amor
Se não estivesse fora de moda…
Eu iria falar de Amor.
Daquele amor sincero, olhos nos olhos, frio no coração.
Aquela dorzinha gostosa, de ter muito medo de perder tudo.
Daqueles momentos que só quem já amou um dia, conhece bem.
Daquela vontade de repartir, de conquistar todas as coisas…
Mas não para retê-las no egoísmo material da posse, mas doá-las, no sentimento nobre de amar.
Se não estivesse fora de moda…
Eu iria falar de Sinceridade.
Sabe, aquele negócio antigo de fidelidade, respeito mútuo, e outras coisas mais.
Aquela sensação que embriaga mais que a bebida.
Que é ter, numa pessoa só, a soma de tudo que as vezes procuramos em muitas.
A admiração pelas virtudes, aceitação dos defeitos…
E sobretudo, o respeito pela individualidade, que até julgamos nos pertencerem, sem o direito de possuir.
Sabe de uma coisa…
Me sinto feliz por estar tão fora de moda.
E você?
Também está fora de moda como eu?
Espero que sim!
Eu iria falar de Amor.
Daquele amor sincero, olhos nos olhos, frio no coração.
Aquela dorzinha gostosa, de ter muito medo de perder tudo.
Daqueles momentos que só quem já amou um dia, conhece bem.
Daquela vontade de repartir, de conquistar todas as coisas…
Mas não para retê-las no egoísmo material da posse, mas doá-las, no sentimento nobre de amar.
Se não estivesse fora de moda…
Eu iria falar de Sinceridade.
Sabe, aquele negócio antigo de fidelidade, respeito mútuo, e outras coisas mais.
Aquela sensação que embriaga mais que a bebida.
Que é ter, numa pessoa só, a soma de tudo que as vezes procuramos em muitas.
A admiração pelas virtudes, aceitação dos defeitos…
E sobretudo, o respeito pela individualidade, que até julgamos nos pertencerem, sem o direito de possuir.
Sabe de uma coisa…
Me sinto feliz por estar tão fora de moda.
E você?
Também está fora de moda como eu?
Espero que sim!
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